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sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Alemanha está disposta a dar ajuda financeira a Grécia para lidar com a crise de refugiados

O governo alemão quer dar a Grécia uma ajuda financeira para que o país lide, em seu próprio território, com a crise de imigração que atinge a Europa, em vez de mandar os imigrantes vindos do Oriente Médio para a região central do continente.
Com mais de 7.000 refugiados chegando em ilhas gregas diariamente e uma crise econômica sem precedentes, a Grécia receberia um suporte financeiro da Alemanha em troca de um esforço mais eficaz no controle de suas fronteiras, segundo afirma o jornal britânico "The Guardian".
Deixando claro que o apoio na contenção da crise imigratória não teria relação com a crise econômica grega, como sugeriu a imprensa alemã, o governo alemão admitiu que a economia da Grécia está em um momento muito delicado para que o país seja capaz de lidar com a crise imigratória sozinho.
"Queremos apoiar a Grécia nesta questão, para que, como integrante da União Europeia, ela seja capaz de proteger suas fronteiras de forma mais efetiva", afirmou o porta-voz do governo alemão Steffen Seibert.
"Não devemos ligar a crise imigratória com a crise financeira grega. O que posso dizer é que existe uma convicção em toda a Europa de que precisamos urgentemente lidar com esta situação nas regiões fronteiriças externas do bloco, assim como no mar Egeu, entre a Grécia e a Turquia", justificou Seibert. Segundo ele, o objetivo principal é ajudar as pessoas e impedir que os contrabandistas atuem, arriscando a vida dos outros.

Sem acordo com a Turquia

Após líderes europeus declararem que teriam fechado um acordo com a Turquia sobre a crise migratória, o governo em Ancara negou nesta sexta-feira (16) ter chegado a um consenso com a EU e afirmou que o plano de ação comum é apenas um "esboço".
O ministro turco do Exterior, Feridun Sinirlioglu, criticou ainda a ajuda financeira sugerida pelo bloco, a qual chamou de "inaceitável". Em troca de colaboração na crise migratória, a Turquia pede 3 bilhões de euros. A União Europeia, porém, teria oferecido 1 bilhão de euros.
O acordo prevê a flexibilização da exigência de visto para cidadãos turcos e uma ajuda financeira em troca da colaboração da Turquia para conter o fluxo migratório em direção à Europa.
Críticas à União Europeia também foram feitas nesta sexta-feira pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que aproveitou a ocasião para reiterar a adesão do país ao bloco. Ele afirmou que a Europa só percebeu agora que sua segurança e estabilidade dependem da Turquia.
A Turquia, país vizinho da Síria, é, para os europeus, um parceiro-chave para conter o fluxo migratório que chega à Europa. Estima-se que cerca de 2 milhões de refugiados foram acolhidos em território turco. (Com agências internacionais)

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Em Operações Especiais, Cleo Pires enfrenta corrupção e machismo: "Quero ver mais mulheres protagonistas"





Chega aos cinemas nesta quinta-feira (15) o filme brasileiro Operações Especiais, que conta a história de um grupo de policiais que querem fazer um serviço honesto e recebem a adição de Francis, uma policial novata que vai precisar lidar não só com o mundo do crime, mas com o machismo de seus próprios colegas. A personagem é vivida por Cleo Pires, que conversou com o R7 sobre a importância da representatividade, ao colocar uma mulher como protagonista de um filme de ação no Brasil, algo muito raro. Ela também fala da falta de papeis de destaque para atrizes. 

— Existem muito mais personagens interessantes para atores e protagonistas masculinos, e eu quero ver mais mulheres protagonistas. Ela [Francis] é uma protagonista feminina, é uma personagem interessante, em um filme de ação... São três coisas que a gente vê pouco e eu sei que muitos gostariam de ver mais

Bebê é encontrado com vida ao lado do corpo da mãe na avenida 23 de maio





Mulher seria usuária de drogas, mas polícia vai investigar a morte misteriosa
Uma mulher de aproximadamente 35 anos foi encontrada morta por volta das 3h40 desta quinta-feira (15), na avenida 23 de maio, embaixo da ponte Condessa de São Joaquim, na Liberdade, zona central da cidade de São Paulo.
De acordo com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, a vítima foi encontrada já sem vida e ao lado dela estava um bebê de apenas 6 meses. Não há sinais de agressão no corpo da criança.
Ainda de acordo com informações preliminares da Polícia Militar, a mulher seria usuária de drogas e, em seu corpo, não foram encontrados sinais de violência. Ela costumava frequentar a região vendendo balas ou pedindo esmolas.
A criança e o corpo foram encontrados por um funcionário da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) em meio ao lixo que estava no local.
O bebê foi resgatado e buscado pelo pai e pelo tio, irmão da vítima. A perícia vai investigar a morte da mulher, que ainda é um mistério. O caso foi encaminhado ao 78 º Distrito Policial do Jardins.

Como cancelar Sky sem multa?


Todo mundo sabe das dificuldades em cancelar serviços no Brasil, especialmente quando se trata de TV por assinatura, em especial quando a operadora é a Sky, onde logo de cara dizem que temos quepagar uma multa pesada que desestimula o cancelamento do serviço antes do período de 12 meses de "fidelidade".

Felizmente obtive sucesso em cancelar a Sky sem pagar multa antes dos 12 meses, utilizando as informações abaixo:

No meu caso entrei em contato primeiramente com a Sky com o objetivo de conseguir um protocolo de atendimento para posteriormente poder abrir reclamação na Anatel. Com o protocolo em mãos, abri reclamação na Anatel colocando o texto abaixo e em 4 dias a Sky me ligou para cancelar o serviço (primeiro me ofereceram canais adicionais e desconto na mensalidade por 6 meses - não aceitei), me isentando do pagamento de qualquer taxa ou multa e avisando que ligariam para agendar a retirada dos equipamentos.

Segue abaixo o texto que encaminhei a Anatel - façam as modificações necessárias para atender as peculiaridades de seu caso:
No dia 24/09/2015 entrei em contato com a Sky para solicitar o cancelamento do serviço de TV à cabo. Inicialmente tentei via chat e não obtive sucesso. Tentei via e-mail e fui comunicado que em 5 dias entrariam em contato para tratar do cancelamento, prazo esse esgotado e sem resposta da empresa. 
Sendo assim, gostaria de efetuar o cancelamento de minha assinatura de tv da Sky, por não estar satisfeito com a programação disponibilizada.  
Ressalto que inclusive fui alertado sobre a necessidade de pagamento de multa, multa esta indevida conforme razões abaixo: 
1) Minha assinatura teve habilitação em 25/05/2015 - contratação via chat web;
2) Em NENHUM MOMENTO foi dito que estava recebendo algum benefício oferecido pela prestadora e muito menos que existiria a possibilidade de contratação sem benefício;
2) Em NENHUM MOMENTO o atendente comunicou que haveria multa em caso de cancelamento antes de 12 meses;
3) Em NENHUM MOMENTO recebi e/ou assinei via de contrato especificando as cláusulas contratuais e falando desta multa. 
Dessa forma, a Sky, quando da contratação do serviço de tv por assinatura, DESOBEDECEU claramente, vários elementos presentes na RESOLUÇÃO Nº 614/2013 da ANATEL, especialmente o descrito no capítulo III - dos prazos de permanência. 
Sendo assim, não é justo e nem razoável se falar em cobrança de multa por cancelamento antes do prazo de 12 meses e SOLICITO a SKY que proceda ao cancelamento de minha assinatura sem qualquer cobrança de multa, inclusive retroagindo a data da solicitação, independente da continuidade da prestação de serviços.

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Brasileiro é o que mais teme andar na rua à noite, aponta pesquisa

Menos de 40% sentem-se seguros nessa situação; a média dos países pesquisados é de 70%
Em uma comparação entre moradores de 36 países, os brasileiros são os que se sentem menos seguros ao caminhar sozinhos à noite na cidade em que vivem, segundo um relatório divulgado nesta terça-feira pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, grupo que reúne majoritariamente países ricos).


Segundo o How’s Life? ("Como vai a vida?"), que compara dados dos 34 países integrantes da OCDE mais os de Brasil e Rússia, menos de 40% dos brasileiros dizem sentir-se seguros nessa situação, bem abaixo da média de quase 70% dos moradores dos países da organização.

Mesmo nos demais países latino-americanos pesquisados - México e Chile -, a sensação de segurança ao andar à noite é maior do que no Brasil.
Na Noruega, país com o percentual mais alto, mais de 80% dos habitantes se sentem seguros ao andar sozinhos à noite na área em que moram.

O documento reúne indicadores de bem-estar relacionados a aspectos como renda familiar, condições de moradia, saúde, educação, empregos, segurança, satisfação de vida e engajamento cívico, entre outros.

"O risco de crime e violência e as percepções das pessoas sobre sua própria segurança têm impactos mais amplos sobre o bem-estar, tanto por meio de maior ansiedade e preocupação quanto ao restringir os comportamentos das pessoas", afirma a OCDE.
Violência
Na comparação entre os países analisados, o Brasil tem a mais alta incidência de mortes por agressão.

De acordo com os dados do relatório, a taxa de homicídios no Brasil, de 25,5 por 100 mil habitantes, é cerca de seis vezes superior à média da OCDE, de 4 por 100 mil habitantes.

Quando consideradas somente as vítimas do sexo masculino, a taxa no Brasil é de 48,1, bem acima dos 4,4 registrados entre mulheres.

"Mulheres no México, Rússia e Brasil enfrentam risco muito maior do que mulheres em outros países (incluídos no relatório), mas seus riscos ainda são mais baixos do que os enfrentados por homens nos mesmos países", diz o documento.

"No entanto, apesar de homens enfrentarem maior risco de ser vítimas de agressão e crimes violentos, as mulheres relatam menor sensação de segurança do que os homens", aponta a OCDE.

"Isso tem sido explicado por maior medo de ataques sexuais, pelo sentimento de que também precisam proteger seus filhos e pela preocupação de que possam ser vistas como parcialmente responsáveis."

Apesar das preocupações com segurança, os brasileiros aparecem acima da média da OCDE quando se mede a avaliação das pessoas sobre suas vidas como um todo.

Ao medir sua satisfação geral com a vida em uma escala que vai de 0 a 10, de "pior possível" para "melhor possível", os brasileiros deram "nota" 7, acima da média de 6,6 dos países da OCDE.

 fonte : R7